QUEM SOMOS
O que fazemos transcende o que pensamos
Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O Bando assume-se como um colectivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária.
Na génese do Bando encontram-se o teatro de rua e as actividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projectos de descentralização.
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1974
DATA DE FUNDAÇÃO
Fundada a 15 de Outubro de 1974, a Cooperativa de Produção Artística Teatro Animação O Bando CRL é uma das mais antigas cooperativas culturais de Portugal.
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1980
Lançamento do primeiro manifesto
A 15 de Outubro de 1980 lançámos o Primeiro Manifesto do grupo a que chamámos Teatro e Colectivo. Clique aqui para conhecer estas palavras!
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1988
Lançamento do segundo manifesto
Em Setembro de 1988, lançámos o Segundo Manifesto a que chamámos Teatro e Comunidade. Clique aqui para conhecer estas palavras!
ANOS EM ATIVIDADE CONTÍNUA
ESPETÁCULOS REALIZADOS
ESPECTADORES
DE FORMAÇÃO MINISTRADA
As criações do Bando definem-se pela sua dimensão plástica e cenográfica, marcada sobretudo pelas Máquinas de Cena, objectos polissémicos que transportam em si uma ideia de acção. O trabalho dramatúrgico é também muito importante, apresentando a explícita colagem de materiais literários e a inclusão de manifestações de raiz popular.
Na sua maioria de autores portugueses, os textos encenados são a grande parte das vezes obras não dramáticas, às quais a forma teatral, nas múltiplas linguagens que integra, confere outra comunicabilidade.
O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia colectivista onde uma direcção artística alargada procura a diferença, a interferência, a ruptura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos.
Rural ou urbano, adulto ou infantil, erudito ou popular, nacional ou universal, dramático ou narrativo ou poético – tais as fronteiras que o Bando se habituou a transgredir.
As criações do Bando definem-se pela sua dimensão plástica e cenográfica, marcada sobretudo pelas Máquinas de Cena, objectos polissémicos que transportam em si uma ideia de acção. O trabalho dramatúrgico é também muito importante, apresentando a explícita colagem de materiais literários e a inclusão de manifestações de raiz popular.
Na sua maioria de autores portugueses, os textos encenados são a grande parte das vezes obras não dramáticas, às quais a forma teatral, nas múltiplas linguagens que integra, confere outra comunicabilidade.
O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas.
Ao longo do seu trajecto, o grupo esteve ligado a múltiplos projectos nacionais e internacionais, e a aposta na itinerância continua a levar vários espectáculos por todo o país e além-fronteiras.
Depois de diversas moradas, o Bando habita hoje uma Quinta em Vale dos Barris, Palmela, onde se encontra um número ainda insuspeito de palcos potenciais feitos de estrelas, de oliveiras e penedos. Aí, o Bando espera por vós, sempre com uma sopa, pão e queijo, um moscatel, uma conversa ao pé do lume.
Estas são resultado duma metodologia colectivista onde uma direcção artística alargada procura a diferença, a interferência, a ruptura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos.
Rural ou urbano, adulto ou infantil, erudito ou popular, nacional ou universal, dramático ou narrativo ou poético – tais as fronteiras que o Bando se habituou a transgredir.
Ao longo do seu trajecto, o grupo esteve ligado a múltiplos projectos nacionais e internacionais, e a aposta na itinerância continua a levar vários espectáculos por todo o país e além-fronteiras.
Depois de diversas moradas, o Bando habita hoje uma Quinta em Vale dos Barris, Palmela, onde se encontra um número ainda insuspeito de palcos potenciais feitos de estrelas, de oliveiras e penedos. Aí, o Bando espera por vós, sempre com uma sopa, pão e queijo, um moscatel, uma conversa ao pé do lume.
