1001 NOITES | IRMÃ SANTOMENSE (2026)
Non pô komesa. Podemos começar.
Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos oprimem?
Venham também vocês viajar até essa Ilha, talvez real talvez sonhada, onde juntos poderemos lembrar-nos que ninguém está a salvo neste mundo, e que um dia, também os tiranos e tiraninhos hão-de apanhar uma aragem, uma febre, e hão-de sentir que vão morrer. Pois quem é mais mau? Quem faz o mal primeiro ou quem faz o mal maior? E quem faz o mal maior ou quem faz o mal por último?
Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina.
uma criação Teatro O Bando
texto a partir de As Mil e Uma Noites (trad. Hugo Maia)
dramaturgia e encenação Miguel Jesus
cenografia João Brites
música Mick Trovoada e DJ Marfox
figurinos Clara Bento
pintura cenográfica Emerson Quinda
apoio à dramaturgia Susana Mateus
apoio à corporalidade Juliana Pinho
desenho Maria Taborda
produção Inês Gregório
apoio à produção Isabel Mota
execução de figurinos Inês Reis e Rosa Silva
montagem Vitor Santos
apoio aos ensaios Beatriz Oliveira e Viviana Nicolau
comunicação Maria Taborda e Sandra Lopes
elenco Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita Brito









